O meu pai continua inconformado, não me vê com mais ninguém e sinceramente, nem eu. Nunca te quis prender a mim. Eu mesma já estou presa a todo o passado e, que por consequência dos meus pensamentos, está mais presente que nunca. Não esqueço e mesmo sem ti, não há passo que dê sem pensar nos dois. Chama-me
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Fases.
Por consequências da vida encontro-me numa etapa de fases. Fases essas que estão repletas de certezas e de dúvidas, dúvidas essas que estão cheias de certezas. Certezas do que quero e dúvidas do que fazer. Certezas do destino, dúvidas no caminho. É difícil saber o que fazer quando existe tanto em jogo. Para mim, mesmo que a batalha esteja perdida, a guerra ainda é uma longa jornada. Acredito que as coisas aconteçam por um motivo. É Alguém lá em cima a mostrar-me do sou feita, a mostrar que por pior que seja a crise, existe sempre maneira de dar a volta por cima, mesmo que isso signifique deixar-mos ir coisas boas, para chegarem coisas ainda melhores mas pergunto-me: "Será que o que deixei ir, voltará em proporções melhores?". Este tipo de questões têm-se tornado numa constante quando nem eu sei o que será melhor para mim... Aliás, uma das certezas é saber o que me faz bem mas no entanto, este barco terá de ser remado por dois. Tu, quer queiras, quer não, fazes parte do barco. Saíste em função dos meus erros mas o lugar será sempre teu. Não vale de nada construir algo com alguém e chegar outra pessoa e tirar-te esse posto. Se és o alicerce que mantém a minha luta, irás ser, de certeza, o meu prémio. Não se trata de ganhar ou perder, trata-se de manter o que um dia se construiu com tanto amor. Acho que isso nunca faltou: o amor. Sempre tive medo que não tivesses estofo para me aguentar, que não conseguisses lidar com as minhas fases e, por um lado, tinha razão mas não em relação a ti. Eu nunca consegui ligar comigo própria, tive sempre tanto medo de errar contigo que errei de vez. Fiz o que a minha cabeça me disse quando nem ela própria sabia o que fazer. Agir por impulsos leva-nos à maior das desgraças. Penso que agarrei tudo de uma vez, o receio de não corresponder aos teus objectivos de vida fizeram-me ser uma pessoa completamente diferente do que me conhecera até hoje. Mostrei-me forte em muita coisa mas no mais importante, que era manter-te perto, falhei. Falhei em todos os sentidos. Quis dar mais do que conseguia na altura mas só agora, pós ter tido tempo para me ver, é consegui perceber isso.
O meu pai continua inconformado, não me vê com mais ninguém e sinceramente, nem eu. Nunca te quis prender a mim. Eu mesma já estou presa a todo o passado e, que por consequência dos meus pensamentos, está mais presente que nunca. Não esqueço e mesmo sem ti, não há passo que dê sem pensar nos dois. Chama-meotária.
O meu pai continua inconformado, não me vê com mais ninguém e sinceramente, nem eu. Nunca te quis prender a mim. Eu mesma já estou presa a todo o passado e, que por consequência dos meus pensamentos, está mais presente que nunca. Não esqueço e mesmo sem ti, não há passo que dê sem pensar nos dois. Chama-me
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